Pastoral Carcerária

Missão:

Promover a valorização da dignidade humana

Breve histórico

Na década de 60 através das Irmãs do Bom Pastor a Igreja se faz presente nos cárceres e na década de 70 os movimentos religiosos realizaram um trabalho edificante nos presídios onde foram permitidos atuar. É importante ressaltar que a pastoral começou em 1962 com o padre jesuíta Paulo Ruffier, e em 1973, o Rio de Janeiro acolheu o primeiro encontro nacional da Pastoral Carcerária, que decorreu de 7 a 9 de agosto e em 1986 ocorreu a primeira reunião nacional da Pastoral como serviço organizado da CNBB. Há vários anos se desenvolve, nos Institutos Penais da Guanabara, um significativo trabalho de evangelização, por parte de numerosos agentes de pastorais. A Comissão que coordena e orienta toda essa atividade deve ser constituída, pelo menos, dos seguintes segmentos: um juiz, um promotor, um defensor público, um assistente-social, um psicólogo, um agente de pastoral, um sacerdote, uma religiosa, um egresso e, eventualmente, um preso.

Objetivo Geral

Levar a palavra e a escuta aos privados de liberdade e seu familiares e zelar para que os direitos humanos e a dignidade humana sejam garantidos no sistema prisional.

Atividades

Acompanhar as pessoas privadas de liberdade em todas as circunstâncias e atender suas necessidades pessoais e familiares; Apoio Jurídico e social às famílias de detentos; Superar a Justiça retributiva pela Justiça restaurativa.

Coordenação: Padre Roberto Pereira

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