Pastoral do Trabalhador
Missão: organizar a classe trabalhadora e lutar contra o desemprego, a informalidade e a precarização do trabalho.
Breve histórico
No Rio de Janeiro, foi iniciado em 1º de maio de 1973 em um encontro realizado em Itaipava com 30 trabalhadores – 10 pertencentes a Ação Católica Operária – 10 dos Círculos dos Trabalhadores Cristãos – 10 dos Grupos de Reflexão Bíblica do Vicariato Oeste. A coordenação coube ao Pe. Eduardo Koiak – hoje Bispo de Piracicaba – SP e com presença de Dom Eugênio Sales de Araújo. Depois do e encontro onde foi decidido que seria Pastoral do Trabalhador que mais caracteriza no Rio de Janeiro, em vez de Pastoral Operária, foi formada uma Comissão com 6 pessoas, três de cada setor. Entre os 6, Tibor Sulik foi eleito o primeiro coordenador, o primeiro assistente espiritual foi Monsenhor Gilson, recém chegado da Europa, e o primeiro coordenador liberado foi Aristides Pereira.
Objetivo Geral
Incentivar a valorização da pessoa humana e ser presença ativa, atuando como uma igreja encarnada no mundo do trabalho, promovendo a evangelização e a transformação social a partir das realidades vividas por cada um desses atores.
Atividades
Celebrações litúrgicas específicas para os trabalhadores, encontros de formação e reflexão, orientação jurídica, apoio em casos de injustiças trabalhistas, atuação em conjunto com sindicatos e movimentos sociais e mobilização dos direitos trabalhistas.
